domingo, 15 de setembro de 2013

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS JURÍDICAS - AGOSTO - 2013


ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS JURÍDICAS
BOLETIM Nº 01 – Ano I – Agosto 2013, João Pessoa - Paraíba



 DIRETORIA:
Presidente: Ricardo Bezerra
Vice-presidente: Berilo Ramos Borba
Secretário-Geral: Jairo Rangel Targiino
1º Secretário: Valério Bronzeado
Tesoureiro: Renato Cesar Carneiro
Conselho Fiscal:
Alberto Jorge Dantas Sales
Maria José Teixeira Lopes Gomes
Rita de Cássia Alves Ramalho
Josinaldo José Fernandes Malaquias


FUNDAÇÃO da APLJ

Ocorreu no dia em 11 de agosto de 1977 – DIA DO JURISTA – por idealização do Bacharel Afonso Pereira da Silva que por volta das vinte e uma horas, no Salão de Convenções do Hotel Tambaú, João Pessoa, Paraíba, tendo como comemoração o Sesquicentenário de Fundação dos Cursos Jurídicos, reuniu, para fundação da APLJ, trinta (30) bacharéis em direito, sendo eles: Aurélio Moreno de Albuquerque; Antonio Carlos Escorel de Almeida; Carlos Augusto Romero; Cláudio Santa Cruz Costa; Dorgival Terceiro Neto; Edigardo Ferreira Soares; Edinaldo de Holanda Borges; Flávio Colaço Chaves; Flávio Sátiro; Geraldo Teixeira de Carvalho; Joacil de Brito Pereira; José Eweton Nóbrega Araújo; José Alves de Oliveira; José Gabínio de Farias; Luiz Nunes Alves; Luiz de Oliveira Lima; Manoel Batista de Medeiros; Mário Moacyr Porto; Newton Soares de Oliveira; Otávio de Sá Leitão; Otacílio Silva da Silveira; Paulo Américo Maia de Vasconcelos; Rivando Bezerra Cavalcanti; Ridalvo Costa; Raimundo Gadelha Fontes; Rômulo R. Rangel; Sabino Ramalho Lopes; Semeão Cardoso Cananéia; Tarcísio de Miranda Burity e Yanko Cyrillo.

REESTRUTURAÇÃO:

No dia 17 de Julho de 2013 o Historiador e Bacharel RICARDO Tadeu Feitosa BEZERRA reuniu no Centro Cultural Joacil de Brito Pereira na Praça Dom Adauto, nº 13, Centro, João Pessoa, Paraíba, um grupo inicial de seis (6) Bachareis para, naquele fim de tarde, 17:00 horas, dar início a Reestruturação da APLJ.

(E) Renato César Carneiro, Alberto Jorge Dantas Sales, Berilo Borba Ramos,
Ricardo Bezerra, Rita de Cássia Alves Ramalho Silva,
Valério Bronzeado, Jairo Rangel Targiino.

INSTALAÇÃO e POSSE DE ACADÊMICOS:

Dia do Jurista – 11 de Agosto de 2013
Auditório da OAB/PB, 10:00 horas

Solenidade de Instalação da Academia Paraibana de Letras Jurídicas, Posse da Primeira Diretoria e Posse de Acadêmicos, com lançamento do livro HISTÓRIA DA ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS JURÍDICAS de autoria do Historiador Ricardo Bezerra.

Presidente, Ricardo Bezerra laleado pelo Vice Governador do Estado da Paraíba, Rômulo 
Gouveia, e do Secretário Geral da OBA/PB, Valberto Alves de Azevedo Filho.


ACADÊMICOS EMPOSSADOS:
Relação por ordem alfabética e não de posição fotográfica:


1. Alberto Jorge Dantas Sales, 
2. Aluizio Bezerra Filho, 
3. Berilo Ramos Borba, 
4. Boisbaudran de Oliveira Imperiano, 
5. Carlos Pessoa de Aquino, 
6. Cleanto Gomes Pereira, 
7. Eitel Santiago de Brito Pereira, 
8. Everaldo Dantas da Nóbrega, 
9. Jairo Rangel Targiino, 
10. José Adalberto Targino Araújo, 
11. Josinaldo José Fernandes Malaquias, 
12. Maria José Teixeira Lopes Gomes, 
13. Odon Bezerra Sobrinho, 
14. Ovídio Mendonça, 
15. Ricardo Tadeu Feitosa Bezerra, 
16. Renato César Carneiro, 
18. Rita de Cássia Alves Ramalho Silva, 
19. Talden Farias, 
20. Valério Costa Bronzeado.


ATIVIDADE ACADÊMICA – Lançamentos

- História da Academia Paraibana de Letras Jurídicas – Autor: Ac. Ricardo Bezerra – Editora Sal da Terra – lançado no dia 11/08/2013 na Sessão de Instalação e Posse da APLJ.

- Direito Ambiental: concursos e exames - Autor Ac. Boisbaudran Imperiano -  dia 06 de Setembro de 2013, às 20:30 horas, no Hall da Faculdade Paraibana - FAP, sito à Rua Manoel Gualberto, 255 - Bairro de Miramar – João Pessoa, Paraíba.

ATIVIDADE ACADÊMICA – Palestras

- Ac. Rita de Cássia Ramalho Silva representou a APLJ proferindo palestra sobre o Jurista Joacil de Brito Pereira, durante a solenidade póstuma de um (01) ano promovido pela Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro – ALANE/PB, no dia 29/08/2013 no Centro Cultural Joacil de Brito Pereira.

(E) Rita de Cássia Ramalho Silva, representando a APLJ; 
Damião Ramos Cavalcanti, Presidente da Academia Paraibana de Letras; 
Ricardo Bezerra, neste ato como Pres. da ALANE/PB; 
Joaquim Osterne Carneiro, Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano,
Jairo Rangel Targiino, Presidente da União Brasileira de Escritores da Paraíba.


  
CONVITE - HOMENAGEM:

        Academia Paraibana de Letras Jurídicas tem a honra de convidar Vossa Excelência e família para a Sessão Solene de Outorga do Diploma de Honra ao Mérito, Comenda e Veste Talar – in memoriam - ao Idealizador e Fundador da Instituição, Afonso Pereira da Silva, a realizar-se no dia 11 de setembro de 2013, às 19:00 horas, no Arquivo Afonso Pereira, Praça João XXIII, Rua Maximiano Chaves, nº 78, Jardim Glória,     Jaguaribe, João Pessoa, Paraíba – Fone: (83) 3221.6046

ANUIDADE DE 2013:

        A Instituição aguarda a contribuição dos seus Sócios Efetivos no valor mensal de R$ 20,00 (vinte reais), totalizando uma anuidade no valor de R$ 240,00 (duzentos e quarenta reais). Pede-se a todos que efetuem o pagamento à Tesouraria.


ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS JURÍDICAS
Centro Cultural Joacil de Brito Pereira
Praça Dom Adauto, nº 13, Centro
CEP: João Pessoa – Paraíba
Contato: (83) 3222-4005

REGISTRO DE FOTOGRAFIAS DA SESSÃO SOLENE QUE PRESTOU HOMENAGEM PÓSTUMA AO JURISTA, EX-VEREADOR, EX-DEPUTADO ESTADUAL, INSTITUIDOR DA FUNDAÇÃO FORTALEZA DE SANTA CATARINA, POETA E DRAMATURGO JOACIL DE BRITO PEREIRA:


Formação da Mesa da ALANE/PB Presidida por Dr. Ricardo Bezerra

Dr. Ricardo Bezerra (Presidente da ALANE-PB

Poetisa, amiga do Dr. Joacil de Brito



Dr. Damião Ramos Cavalcanti (Presidente da Academia Paraibana de Letras)

Historiador Joaquim Osterne e Dr. Jairo Rangel Targiino




Engenheiro Osvaldo da Costa Carvalho e Janilson Melo Feitosa (Agente Cultural)

Dr. Joaquim Osterne


Dr. Jairo Rangel Targiino
Drª Rita de Cássia Alves Ramalho Silva

Vereador Lucas Pereira sobrinho de Joacil de Brito Pereira

Poetisa, amida do Dr. Joacil de Brito

Pastor, amigo do Dr. Joacil de Brito.

(E) Janilson, Ricardo, Jairo, Osvaldo e Tadeu Patrício.


(E) Lucas Pereira, Janilson, Ricardo, Jairo, Osvaldo e Tadeu.










sexta-feira, 13 de setembro de 2013

APAN COMEMORA 35 ANOS DE FUNDAÇÃO COM A PARTICIPAÇÃO DO CONCERTO DA ORQUESTRA JOVEM DA UFPB:


Nesta sexta-feira, 13 de setembro um excelente público compareceu a sala de concertos Radegundis Feitosa, situada no Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba - UFPB, onde foram necessárias duas sessões para atender o grande público que foi prestigiar o Concerto de Encerramento do Semestre Letivo 2013.1 da UFPB, bem como, a homenagem dos 35 anos de fundação da Associação Paraibana dos Amigos da Natureza - APAN, que iniciou com o pronunciamento da ambientalista, Socorro Fernandes (Presidente) e o professor Antonio Augusto (Vice-Presidente), ambos relataram a importância da entidade para defesa do meio ambiente e da cidadania da capital paraibana e do estado da Paraíba, finalizando o discurso com apresentação de relatos históricos das atividades que marcou a APAN desde sua fundação em 1978 no Festival de Arte de Areia, brejo paraibano. 

O concerto foi dividido em duas partes, a primeira com músicas do repertório de Ludwig Van Beethovem, onde foram executadas 8 peças desse extraordinário compositor que conviveu com a música clássica desde a infância, pois seu pai era professor de música e tenor na corte de Bom Beethoven. O músico viveu em uma época de transição musical, entre a era clássica e a romântica. A segunda parte do concerto apresentou um repertório de músicas do grupo The Beathles, principalmente as canções que marcaram a carreira artísticas de John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, ora cantado, ora instrumental pelos alunos do curso de música que foram os solistas responsáveis pelo brilhante desempenho musical. Parabéns a APAN pelos seus 35 anos de fundação e a Orquestra jovem da UFPB pela belíssima apresentação.


Abaixo fotos de grandes momentos do concerto:


Apresentador - Eli-Eri Luiz de Moura
(Vice-Diretor do Centro de Comunicação, Turismo e Artes)
Ambientalista Socorro Fernandes
(Presidente Histórica da APAN)
Professor Antônio Augusto
(Vice-Presidente da APAN)
Orquestra Jovem da UFPB
Regente - Geraldo Rocha Júnior
(Solista - Junielson de Paula Nascimento)
Instrumento - Corne Inglês


Regente - Rogério Borges
(Solista - Leonardo Medina)
Instrumento - Violoncelo Elétrico
Regente - Geraldo Rocha Júnior
(Solista - Antônio Luiz Drummond)
Instrumento - Voz e Violão
Regente - Rogério Borges
(Solista - Mayra Montenegro)
(Instrumento - Voz
Regente - Rogério Borges
(Solista - Beatriz Drummond)
Instrumentos - Piano e Violino
















segunda-feira, 9 de setembro de 2013

EXPOSIÇÃO RETRATA EPISÓDIOS DA DITADURA MILITAR NO BRASIL - VISITE E SAIBA MAIS SOBRE A VERDADE DA REPRESSÃO E A MEMÓRIA DA RESISTÊNCIA:




A presente matéria tem como objetivo estimular os amigos, amigas e demais estudantes, leitores deste blog, para que visitem a exposição intitulada: A VERDADE DA REPRESSÃO E A MEMÓRIA DA RESISTÊNCIA, conforme textos relatados abaixo.

A exposição percorrerá por todas as capitais do Brasil e as cidades onde o episódio da ditadura militar aconteceu com mais frequência envolvendo instituições, entidades e cidadãos dessas cidades na repressão e a resistência a ditadura do Brasil. Na Paraíba, a exposição destacou relatos e fotografias da trajetória política da primeira juíza de Direito do Estado e da cidade Cabedelo, Drª Helena Alves de Souza que fora cassada pela ditadura militar durante o exercício de sua função. Para saber mais sobre este fato e outros, faça uma visita à exposição que se encontra montada na Fortaleza de Santa Catarina em Cabedelo-PB, na Casa do Capitão-Mor (sala do térreo), aberta todos os dias da semana, das 08:00 às 17:00 horas, até o dia 19 de Setembro de 2013. Sua presença é importante e não se esqueça de registrar sua visita.

TÍTULO DA EXPOSIÇÃO:

A VERDADE DA REPRESSÃO - A MEMÓRIA DA RESISTÊNCIA

DITADURA NO BRASIL – 1964 – 1985



O Golpe Militar de 1º de Abril de 1964 depôs o Presidente da República JOÃO GOULART, eleito democraticamente pelo povo; violou a Constituição Federal; fechou o Congresso Nacional; cassou mandatos de Parlamentares, Prefeitos e Governadores; invadiu, depredou sindicatos, entidades estudantis e perseguiu lideranças. Só no ano 1964 prendeu cerca de 50 mil pessoas e instalou, com o apoio de segmentos conservadores da sociedade, a ditadura militar que durou até 1985.



     O CONGRESSO NACIONAL FECHADO:

Os ditadores fecharam o Congresso Nacional e extinguiram os partidos políticos, substituindo-os por apenas dois: Aliança Renovadora Nacional (ARENA) apoiadora dos golpistas e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), encarregado da oposição permitida.

ANO DE 1968:

Jovens assassinados – O Movimento Estudantil que clamava por liberdade nas ruas foi duramente reprimido. Em um desses embates, a polícia matou covardemente, o estudante secundarista EDSON LUIZ DE LIMA SOUTO, de apenas 18 anos, enquanto jantava no calabouço, no Rio de Janeiro. Em protesto, estudantes e populares saíram às ruas na passeata dos 100 mil estudantes.



RESISTÊNCIA ESTUDANTIL:

Artistas, escritores, jornalistas e outros segmentos da intelectualidade não aceitaram a mordaça do regime, insurgindo-se contra a censura e lutando por liberdade de expressão. Músicas, filmes, livros, peças teatrais e jornais desafiaram os ditadores. O teatro de arena representou uma espécie de refúgio para quem defendia a liberdade.

CONTRA A CENSURA DA CULTURA E RESISTÊNCIA CULTURAL:
“Assim não vem democracia nunca: eu esperando de vocês e vocês esperando de mim”.



ESTUDANTES PRESOS:

A maior prisão em massa do período da Ditadura Militar ocorreu no dia 12 de Outubro de 1968, quando 900 Jovens foram detidos em Ibiúna (SP). O “Crime”: participação no 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE).

AI-5 – TORTURA ASSASSINATO EXÍLIO:




O ato institucional nº 5, imposto pelos militares em 13 de Dezembro de 1963, foi um mecanismo legal arbitrário que tornou ainda mais cruel à ditadura já existente. O AI-5 fechou o Congresso Nacional, cassou mandatos parlamentares, perseguiu, prendeu, torturou, exilou e baniu milhares de brasileiros e brasileiras, instaurando o terrorismo de Estado.

1968– RESISTÊNCIA OPERÁRIA:

Greve da cidade de Contagem: A greve dos metalúrgicos de Contagem (MG), em Abril de 1968, teve início com a paralisação e ocupação do Belga Mineiro e se espalhou por outras empresas. Foi a primeira grande manifestação da classe operária contra o arrocho salarial e por liberdade sindical, após o Golpe Militar de 1964, inaugurando um novo modelo de sindicalismo, baseado na organização dos trabalhadores nas fábricas. A ditadura militar se viu obrigada a negociar, e apesar da repressão política, os grevistas ganharam um reajuste salarial de 10% (dez por cento).

GREVE DE OSASCO:

A greve da cidade de Osasco (SP), em Julho de 1968, teve início com a ocupação da COBRASMA e se reproduziu em outras empresas. Assim como em Contagem (MG), combinou a ação no interior das fábricas com a atuação combativa do Sindicato. A repressão policial e militar foi violenta, com desocupação de fábricas, intervenção no sindicato e prisão das lideranças.

1969 A 1975 – RESISTÊNCIA ARMADA:

A liberdade foi defendida com unhas e dentes no Brasil. Ao longo dos 21 anos de Ditadura Militar, dezenas de organizações de esquerda combateram o regime. Agindo na clandestinidade, promoveram ações armadas e capturaram diplomatas estrangeiros, especialmente para trocar por presos políticos que estavam sendo torturados e assassinados nas prisões.

  CARLOS MARIGHELLAFoi deputado federal constituinte pelo Partido Comunista do Brasil (PCB) em 1946. Fundador e comandante da Ação Libertadora Nacional (ALN), fuzilado em São Paulo por forças policiais e militares em 4 de Novembro de 1969.

MÁRIO ALVES – Dirigente do PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário), assassinado sob tortura em 17 de janeiro de 1970.

CARLOS LAMARCA – Capitão do     Exército Brasileiro, do qual desertou em 1969 para assumir a resistência à ditadura. Foi comandante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e, depois, do MR – 8. Assassinado no município de Pintado, sertão da Bahia, em 17 de Setembro de 1971.

CARLOS ALBERTO SOARES DE FREITAS – Dirigente da Vanguarda Armada Palmares (VAR-PALMARES). Preso no Rio de Janeiro, em abril de 1971, e desde então desaparecido político.

PAULO STUART WRIGHT – Foi deputado estadual pelo PSP, em Santa Catarina, cassado em 1964. Dirigente da Ação Popular Marxista Lenista (APML). Preso em São Paulo, em setembro de 1973, e até hoje desaparecido político.

JOSÉ PORFÍRIO SOUZA – Foi deputado estadual do PTB, em Goiás, cassado em 1964. Camponês, líder da guerrilha Trombas e Formoso (GO), na década de 1950, quando militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Dirigente do Partido Revolucionário dos Trabalhadores (PRT). Desaparecido político desde 7 de julho de 1973, em Brasília.

1972 a 1974 – GUERRILHA DO ARAGUAIA:

HELENIRA REZENDE – Vice-Presidente da UNE que se tronou guerrilheira no Araguaia, desaparecida política desde 1972.

MAURÍCIO GRABOIS – Principal comandante militar da guerrilha do Araguaia e dirigente do PCdoB. Morto em combate, próximo a Serra das Andorinhas, em 25 de Dezembro de 1973.

DINALVA OLIVEIRA TEIXEIRA – Foi à única mulher a alcançar um posto de comando na guerrilha do Araguaia. Segundo informações, foi executada após prisão, em julho de 1974.

ÂNGELO ARROYO – Dirigente do PCdoB e um dos comandantes da guerrilha do Araguaia. Sobreviveu à repressão militar que desestruturou a guerrilha, mas foi fuzilado por Agentes Militares do DOI-CODI, em 16 de dezembro de 1976, em São Paulo (SP), no episódio conhecido como “Chacina da Lapa”.

Na selva do Araguaia, ao sul do Pará, instalou-se o principal foco de guerrilha, ligado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Os guerrilheiros mantinham boas relações com a população local e eram militantes bem formados, desnorteando as tropas militares com táticas criativas e profundo conhecimento da região. Foram necessários 03 (três) investidas das tropas e 10 mil homens para acabar com 69 guerrilheiros. Apenas (06) seis sobreviveram.

A RESISTÊNCIA DAS IGREJAS:




            A resistência à ditadura contou com o apoio da ala progressista da igreja católica. Bispos como Dom Helder câmara e Dom Evaristo Arns tornaram-se símbolos desta luta e as comunidades eclesiais de base colocaram-se claramente contra o regime. O movimento ecumênico, que reúne diversas igrejas protestantes, também teve uma participação importante.

ANISTIA – 1979:



“Se você fizer um furo em uma barreira, a água se encarrega de trazer tudo” (Terezinha Zerbini, ex-presidente do Movimento Feminino pela Anistia).


ANISTIA PARA TODOS: 1979 - RETOMADA DA LUTA SINDICAL:




A greve dos metalúrgicos de São Bernardo, Santo André, São Caetano e Diadema (SP), iniciada em 13 de março de 1979, representou um marco no sindicalismo, com a emergência de novas lideranças como Luis Inácio Lula da Silva. A greve foi severamente reprimida e a diretoria destituída e presa, mas os operários resistiram apoiados pela população. A partir desta greve a classe trabalhadora passou a atuar de forma autônoma na luta contra o regime militar.

OPOSIÇÃO LEGAL:

O movimento democrático brasileiro (MDB) foi o único partido de oposição legal à ditadura militar, desde 24 de março de 1966, até fins de 1979. Em vários momentos desde período, representou o sentimento popular oposicionista: Há discurso do deputado Márcio Moreira Alves denunciando a repressão policial; a anticandidatura de Ulysses Guimarães à Presidência da República e a Apresentação proposta da anistia ampla, geral e irrestrita de 1979. O MDB abrigou partidos políticos clandestinos, como o PCB, como o PCB, que teve muitos dos seus militantes e dirigentes assassinados pela ditadura: Davi Capistrano da Costa; Elson Costa; Nestor Veras e Outros.

32ª DIAS DE GREVE DE FOME:



Conquistas Populares – A Anistia foi uma conquista do povo. Por meio de grandiosas manifestações, articulações políticas, civis e internacionais, o Brasil clamou pela anistia ampla, geral e irrestrita. Na esteira das mobilizações, os presos políticos promoveram uma greve de fome de 32 dias. Embora bem menos abrangente do que o esperado, a lei da anistia abriu alas para o processo de abertura no país.

“Não encontrei nenhum perigoso terrorista, apenas jovens idealistas que lutavam por suas convicções” (Declaração do Senador Teotônio Vilela – MDB – Após visita a presos políticos em greve de fome, em 1978).

FRASES QUE DIZIAM:

DCE LIVRE (UFSCAR) PELA ANISTIA AMPLA E IRRESTRITA!!!
PELA CONSTITUINTE LIVRE E DEMOCRATICA E SOBERANA!!!

DIRETAS JÁ – 1985:



A Retomada da democracia no Brasil ocorreu a conta-gotas. Depois da anistia, veio à campanha pelas “Diretas Já” com comícios gigantescos, e, em 1986, o Congresso Constituinte. Entretanto, o primeiro Presidente da República Civil foi eleito pelo Congresso Nacional, em 1985.

FRASE DE UM CARTAZ:

Eu quero votar pra Presidente, venha exigir seu direito no grande comício das diretas” - Dia 25 – Praça da Sé – 16 Horas.

COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE 46 FOTOGRAFIAS:

“Resgatando a memória e a verdade, o país adquire consciência superior sobre sua própria identidade, e a democracia se fortalece”.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Presidenta Dilma Reusseff

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS
 DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA 
 Ministra Maria do Rosário

SECRETARIA EXECUTIVA
Ramais de Castro Silveira

COORDENAÇÃO DOM PROJETO DIREITO À MEMORIA E À VERDADE
Gilney Viana

EQUIPE TÉCNICA DO PROJETO DIREITO À MEMÓRIA
 E À VERDADE DA SDH/PR
Jacqueline Silva e Luiz Carlos Vidal maia

EXPOSIÇÕES - CURADORIA DE TEXTO
Rosina Duarte

PROJETO GRÁFICO
Rosana Pozzobon

PRODUÇÃO E MONTAGEM E DAS EXPOSIÇÕES
Agência Livre Para Informações, Cidadania e Educação – Alice

IMAGENS – ICONOGRAFIA
Agência F4, Agência Estado e Arquivo Nacional

SENADO FEDERAL
Roosewelt Pinheiro; Geraldo Magela; Célio Azevedo

ARQUIVO
Senado Federal e Radiobrás, JB

TEXTO E DIVULGAÇÃO
Rosina Duarte e Luana Dalsotto

AGRADECIMENTOS
Equipe do Arquivo Nacional – RJ
Equipe do Arquivo Nacional - DF



















CURSO DE FORMAÇÃO DE AGENTES CULTURAIS COMUNITÁRIOS



Equipe Promotora do Curso


Prezados (as) Companheiros (as) da Cultura em Cabedelo/PB,

Comunicamos que haverá uma reunião com a equipe promotora do Curso de Formação de Agentes Culturais Comunitários, para tratar assuntos relacionados à realização do referido curso. Portanto, se faz necessário que os representantes dos grupos de culturas populares e entidades culturais que desenvolvem ações com o patrimônio cultural imaterial, repassem a informação aos demais membros dos vossos grupos para que se façam presentes na próxima quarta-feira, 11 de Setembro de 2013, às 19:30 horas, na Fortaleza de Santa Catarina.

O curso tem como objetivo capacitar os jovens aprovados para o projeto visto realizar o inventário dos bens culturais de suas comunidades. Os alunos participantes do projeto farão um trabalho de identificação imateriais presentes nos bairros onde residem, de forma a identificar e compor o acervo vivo do Museu.

O curso visa sensibilizar o olhar dos jovens de comunidades rurais e de periferias urbanas, ricas nos saberes de tradição oral, para que eles identifiquem os bens e atores culturais locais, de cada comunidade envolvida e busquem a salvaguarda dos patrimônios imateriais como estratégia de desenvolvimento sustentável de suas comunidades.

A programação do Curso de Formação é dividida em três ciclos de oficinas e atividades com duração de 60 dias cada um, voltada para a experiência prática, na produção dos produtos previstos em cada ciclo. A Carga horária total do curso será de 160 horas, o qual inclui as oficinas de Educação Patrimonial, Educação Patrimonial Aplicada ao Registro de Campo, Economia Criativa, Direitos Culturais, Elaboração de Projetos, Informáticas e Língua Portuguesa.

O curso de Formação de Agentes Culturais Comunitários acontecerá no centro da cidade João Pessoa, no prédio do NAC – Núcleo de Arte Contemporânea, onde está localizado o Teatro Lima Penante – UFPB, nas Terças e Quintas Feiras das 14:00 às 17:00 horas, durante o período de 7 meses, ou seja, de Setembro a março de 2014. Os jovens inscritos deverão ter idade mínima de 16 anos e máxima 29 anos. Os alunos menores de 18 anos devem comprovar que estão matriculados em uma rede de ensino municipal ou estadual. Os alunos selecionados receberão uma bolsa para participar do projeto. O resultado final do curso será a montagem de uma exposição fotográfica, um catálogo com os patrimônios culturais e imateriais pesquisados e um site divulgando todo resultado do projeto.

Observação:

Informações: (83) 8736-6499 (Marcela Mucillo); 8745-7062 (Pablo Honorato); 8680-2609 (Emanuel Braga); 8763-2843 (Tadeu Patrício).

Cordialmente,

Mestre Tadeu Patrício.