sábado, 13 de outubro de 2012

FESTA DA FINCAR ORGANZADA POR PADRE ALFREDO BARBOSA. SAIBA COMO FOI:


WALDICK SORIANO SE APRESENTOU EM CABEDELO NA FINCAR: Saiba os detalhes desta festa na matéria abaixo:



     Osvaldo da Costa Carvalho
Certo dia em conversa com o professor Osvaldo da Costa Carvalho, presidente da Fundação Fortaleza de Santa Catarina, ele me contava que no final da década de 60, houve em Cabedelo uma feira cultural denominada de FINCAR. Para alguns cabedelenses a FINCAR aconteceu em 67, outros acham que foi em 68, enfim, ela realizou-se em Cabedelo e foi uma grande festa social intitulada: Feira da Indústria, Comércio e ArtesanatoFINCAR. Para a realização desse evento, montou-se toda uma estrutura no quarteirão do terreno onde havia um antigo cemitério da cidade portuária e, hoje está construído o Hospital Municipal Padre Alfredo Barbosa (uma justa homenagem ao pároco Alfredo Barbosa – In-memoriam). Lembram os entrevistados que, muitas indústrias, lojas do comércio e diversos artesões de João Pessoa e de Cabedelo, montaram seus stands para apresentar e comercializar seus produtos.
 

Padre Ernando Teixeira de Carvalho
Segundo o Padre Ernando Teixeira, a FINCAR tinha como principal objetivo, projetar Cabedelo para o mundo, pois eram tempos difíceis, com muito trabalho e precisava fazer algo pelo município de Cabedelo e sua paróquia. Creio que desta forma pensava o tio Padre, finalizou.
 
Padre Alfredo Barbosa

O evento foi organizado pela Matriz do Sagrado Coração de Jesus, tendo a frente, o pároco Alfredo Barbosa, que era estimado pela classe política e empresarial de Cabedelo e da Paraíba. Em razão disto, trouxe para se apresentar na FINCAR, o famoso cantor romântico da época, Waldick Soriano, que fez um show acompanhado pelo primeiro grupo musical de Cabedelo, Os Irmãos Florentinos, quinteto este formado por: Wilson Florentino (Bandolim); Antonio Florentino (Violão); Pedro Florentino (Pandeiro); Mário Florentino (Violão) e o tio da rapaziada, Orestes (Banjo).
 
Grupo Lira de Ouro, conhecido popularmente com Os Irmãos Florentinos.
 
Para os mais jovens que também acessam este blog, quero neste espaço enfatizar um pouco dessa figura ilustre do cancioneiro brega, também conhecido por muitos como música cafona. Na verdade, Waldick Soriano foi um grande artista brasileiro do ponto de vista dessa diversidade cultural que existe no país. Há cultura musical para todas e todos não é mesmo?
 

 

Waldick Soriano, era conhecido como um grande ídolo nacional, um tipo “cafagestão”, inclusive símbolo sexual para muitas mulheres, cujo público brasileiro o considerava um grande cantor boêmio e de dor-de-cotovelo. Sempre se apresentou com o seu visual revolucionário para época. Soube criar sua identidade própria, com seu estilo exclusivo, usando roupas negras, chapéu preto um pouco inclinado na cabeça com seu tradicional óculos escuro. Seus grandes sucessos foram: “Eu não sou cachorro não; Paixão de um homem; A Carta; A Dama de Vermelho; Se eu morresse amanhã, entre outros”.
 

Waldick Soriano o mais famoso cantor brega do Brasil.

Nasceu na Bahia, no dia 13 de Maio de 1933, no distrito de Brejinho das Ametistas. Na infância foi abandonado pela mãe, a quem era muito apegado. Mas viveu sua juventude em Caetité/BA, levando sempre uma vida de boêmio, até o dia em que aconteceu um incidente em um clube local, que o fez buscar um novo destino em outra cidade. Era muito aventureiro e namorador e como muitos nordestinos foi também tentar a sorte na cidade grande, São Paulo. Mas antes de ingressar na carreira artística, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido do público na década de 60 com a música “Quem és tu”. Gravou ao longo da carreira artística 31 LPs, sendo o 1º e 2º disco em 1960 e seu último CD foi gravado em 2007.

Em 2006 foi diagnosticado um câncer de próstata. No dia 2 de Julho de 2008 foi divulgado aos seus fãs e para todo país que seu estado de saúde era grave. Faleceu com 75 anos no dia 4 de Setembro de 2008, no Instituto Nacional do Câncer (INCA), em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro. Portanto fazem 4 anos de sua morte.

GRUPO PARAÍBA BEATLES TAMBÉM SE APRESENTOU NA FINCAR:



Paulo Peixoto - Músico
Em conversa com o músico Paulo Peixoto, ele lembrou da apresentação que fez na Festa da FINCAR (Feira da Indústria, Comércio e Artesanato), com o Grupo Musical Paraíba Beatles, formado pelos músicos: Lula Peixoto (Guitarra Base); Batista Melo (Contrabaixo); Dinha (Guitarra Solo) e Paulo Peixoto (Bateria). Era um grupo cover do Conjunto Inglês, The Beatles, mas tinha um repertório muito variado entre as canções dos Beatles, as músicas da Jovem Guarda, incluindo aí, Roberto Carlos, Renato e Seus Blue Caps, Erasmo Carlos, Wanderléa, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Martinha, Vanusa, Golden Boys, Os Incríveis entre outros.
 
Paulo Peixoto sempre que pode da uma canja!
Disse-me Paulo Peixoto que, na época tinha uma aproximação muito grande com o pessoal do Grupo Os Diplomatas de João Pessoa. E como eles estavam começando na jornada musical, trouxe a turma dos Diplomatas a Cabedelo e apresentou a rapaziada ao Padre Alfredo Barbosa, que concordou que o grupo Os Diplomatas se apresentaria após o show do Grupo Paraíba Beatles. E assim aconteceu, o Grupo Os Diplomatas subiram ao palco e fez o encerramento da festa da FINCAR, tendo agradado a todos os presentes, ainda hoje lembrado por pessoas, a exemplo a professora Valdenice Cardoso, Cleide Rocha Pimentil, Fátima Peixoto, Osvaldo Carvalho entre outros.
VEJA ABAIXO FOTOS DO GRUPO PARAIBA BEATLES - DÉCADA DE 60:
Este são: Lula Peixoto (Guitarra Base); Batista Melo (Contrabaixo); Dinha (Guitarra Solo) e Paulo Peixoto (Bateria).
 
 
Essa rapaziada eram influenciados pelos Beatles, foto abaixo:
 
George Harrison (Guitarra Base); Paul McCartney (Contrabaixo)
Ringo Starr (Bateria) e John Lennon (Guitarra Solo).


OBSERVAÇÃO: Deixei seu comentário sobre a matéria postada. Grato!


Vídeo 1 - Música: Tortura de Amor.


 
 Vídeo 2 - Músicas: Paixão de um Homem e Eu Não Sou Cachorro Não.
 
 Vídeo 3 - O Poço Pobre - A música faz parte do DVD dirigido por Patrício Pilar.

 
 
Vídeo 4 - Perfume de Gardenia - Imagens da TV Diário - Canal 22 Fortaleza.
 


Vídeo 5 - A Dama de Vermelho - A música faz parte do Filme dirigido por Patrício Pilar.
 

 
 
Vídeo 6 - A Carta - (Imagem postada por um fã de Waldick Soriano para sua amada).
 
 
 
 
Vídeo 7 - Vestida de Branco - A música faz parte do Filme dirigido por Patrício Pilar.
 
 
 
 
Vídeo 8 - Quem És Tu - Primeiro Sucesso de Waldick Soriano de 1960.
 
 
 
 
Vídeo 9 - Fujo de Ti - Grande Sucesso da Boêmia.
 
 
 
Vídeo 10 - Carta de Amor - Grande Sucesso para dor de cotovelo.
 
 
 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

CONHEÇA A HISTÓRIA DE VIDA DO MESTRE WILSON DO BANDOLIM:


O POVO DE CABEDELO APLAUDE CARINHOSAMENTE O TALENTO DO MÚSICO WILSON DO BANDOLIM E ETERNO MESTRE DA NAU CATARINETA.
 


Wilson Florentino Machado
 
Wilson do Bandolim, assim é conhecido carinhosamente dos cabedelenses. É um dos representantes da elite do choro paraibano, mais famoso na sua terra natal, município de Cabedelo, tendo completado 82 anos no último dia 21 de Março de 2012. Todos que o veem tocar o consideram um músico e compositor de grande percepção musical. Apesar da idade, o mestre continua com o ouvido musical muito apurado. Assim, ele vai levando a vida, pois há décadas tem emocionado o público com seus chorinhos inesquecíveis.
 
Grupo de Choro Luar do Sertão
Jerônimo (Violão 7 Cordas); Wilson (Bandolim); Arnor (Cavaquinho);
Carlos Costa (Violão 6 Cordas); José Moreira (Atabaque) e Lula (Pandeiro).
 “O povo de Cabedelo não pode deixar jamais de reverenciar este artista pela grande contribuição a Paraíba e a Cabedelo”. “É sempre um privilégio ter um artista tão importante filho de Cabedelo, ainda mais quando ele representa um gênero genuinamente brasileiro”. Assim costumam dizer os amigos mais próximos do mestre Wilson do Bandolim.



SOBRE O CHORINHO BRASILEIRO:

 
O Choro, popularmente chamado de chorinho, é um gênero de música popular e instrumental brasileira. As rodas de choro são reuniões mais informais de chorões, muito diferentes de apresentações e shows. Geralmente acontecem em bares ou na própria casa dos músicos, em que todos se juntam para tocar choro. Não existe uma formação específica e os músicos que vão chegando se juntam à roda. As rodas de choros mais comuns são no Rio de Janeiro, no Sudeste do País e em Cabedelo, na Paraíba.
 
 
 
José Moreira (Atabaque); Wilson Florentino (Bandolim) e Carlos Costa (Violão).
 
O violonista e arranjador Carlos Costa, tem um desejo de popularizar o choro no Estado, através de encontros ou rodas de choros em diversas cidades. Alguns encontros têm sido realizados na casa do seu pai Wilson do Bandolim com o objetivo de fortalecer esse gênero. “Queremos fazer crescer este encontro e torná-lo referência na Paraíba, valorizando e enriquecendo a cultura cabedelense”, disse Carlos Costa.

BIOGRAFIA DO MÚSICO WILSON DO BANDOLIM:

Nascido no dia 21 de março de 1930 na cidade de Cabedelo, o músico instrumentista e compositor Wilson Florentino Machado, conhecido artisticamente como Wilson do Bandolim, ainda “bota pra quebrar” em seu bandolim, arrancando chorinhos que se tornaram inesquecíveis e fez parte da época de ouro do Choro, gênero musical mais importante e genuinamente brasileiro.

JUVENTUDE:


 
Com apenas 16 anos de idade, liderou o Grupo de Choro da Rádio Tabajara da Paraíba no programa radiofônico de auditório “Carrossel de Diversões”, apresentado pelo inesquecível Rosil Cavalcanti.














WILSON DO BANDOLIM E JACKSON DO PANDEIRO:


Jackson do Pandeiro (Rei do Ritmo)

No final da década de 1940, chegou fazer parceria com o ainda desconhecido Jackson do Pandeiro, (natural de Alagoa Grande), quando este pediu a seu Wilson uma oportunidade para se apresentar em seu Grupo Regional, o que foi aceito. Meses depois, o próprio Jackson do Pandeiro convidou seu Wilson do Bandolim para irem ao Recife tentar a vida artística, porém, o cabedelense preferiu ficar em Cabedelo, sendo esta a última vez que viu Jackson. Anos depois, chegou a se apresentar com Sivuca, Canhoto da Paraíba, dentre outros.

GRUPO LIRA DE OURO:


Orestes (Banjo), Antonio (Violão), Wilson (Bandolim), Pedro (Pandeiro), Mário (Violão).
(De acordo com informações esta foto foi tiranda onde hoje é a Praça Getúlio Vargas)

Na década de 50, os músicos da família Florentino: Antonio Florentino, o irmão  mais velho (Violão); Orestes, tio (Banjo); Mário Florentino, o segundo mais velho (Violão) e Pedro Florentino o terceiro mais velho (Pandeiro), (todos In-memória) e o caçula Wilson Florentino (Bandolim) criaram o primeiro grupo musical de Cabedelo, intitulado: “Lira de Ouro”, que animou os principais eventos sociais da cidade. O Lira de Ouro assim afamado era o único grupo musical convidado a animar as grandes festas cabedelenses, como casamentos, aniversários e outros eventos, depois surgiram outros grupos, como o do músico “Zé da Maloca”.

WILSON DO BANDOLIM E TENENTE LUCENA:
 
Tenente Lucena (Folclorista)

Na década de 70, seu Wilson do Bandolim também participou ativamente de atividades folclóricas ao lado do saudoso folclorista João Emílio de Lucena, mas conhecido popularmente como Tenente Lucena, natural de Itabaiana, grande animador da cultura popular do Estado e principal incentivador do Grupo Folclórico Nau Catarineta de Cabedelo, conjuntamente com o Padre Alfredo Barbosa.

WILSON DO BANDOLIM E ALTIMAR PIMENTEL:
 
Altimar Pimentol (Dramaturgo e Folclorista)

Na década de 80 e 90, ao lado do dramaturgo Altimar Pimentel, participou da Orquestra Pau Cordas e Percussão, grupo musical que acompanhava os espetáculos teatrais montados pelo Teatro Experimental de Cabedelo – TECA, ao lado de músicos como, o maestro Carlos Anísio, o percussionista Tubiba (In-memória) e dos atores e músicos: Luiz Marcelo Evaristo, Tadeu Patrício e Tony Medeiros, ao lado de um elenco como, Cleide Rocha Pimentel, Yara Carmem Brito, Valdilene Araújo, Ednaldo do Egipto, Carlos Meirelles (Neno), Sérgio Lima e outros, cujo grupo teatral viajou por vários Estados brasileiros tendo no seu elenco o grande mestre Wilson do Bandolim como instrumentista.

WILSON DO BANDOLIM SE APRESENTOU DA Iª GINCANA CULTURAL
DA PARAÍBA (83) E  RECEBEU PLACA DE HONRA AO MÉRITO (97):
 
José Rocha (Cavaquinho); Ramalho Pinto (Gravando a apresentação para a difisoura
a voz de Cabedelo); Wilson Florentino executando sua composição instrumental;
Pedro Florentino (Pandeiro) e Tadeu Patrício (Afoxê).

Na década de 1980, Wilson do Bandolim trouxe para Cabedelo o prêmio como melhor instrumentista de regional da Paraíba, promovido pelo SESC-PB. Em 1983 participou na categoria de música instrumental na Iª Gincana Cultural da Paraíba, promovida pelo Governo do Estado, na gestão do Ex-Governador Wilson Braga, cuja primeira eliminatória aconteceu no município de Sapé (Foto), onde Wilson Florentino se classificou para a segunda eliminatória que aconteceu no município de Pimtibu, depois classificou-se para terceira eliminatória, a finalíssima da Gincana Cultural que aconteceu em João Pessoa, capital do Estado.
 
 
Em 1997, teve seu talento reconhecido através de uma placa de Honra ao Mérito, concedida pelo então prefeito Edézio Rezende e o “Troféu Honra ao Mérito Cultural”, concedida pela Câmara de Vereadores de Cabedelo.

LANÇAMENTO DO 1º CD DO MÚSICO WILSON FLORENTINO:
 
CD gravado em 2009.

Disse Wellington Costa, filho do mestre Wilson do Bandolim, que “somente aos 80 anos de idade e 70 de carreira, foi que seu pai teve a oportunidade de gravar o seu primeiro CD solo através da Lei Municipal de Incentivos Fiscais à Cultura – CONMIC”. O lançamento aconteceu na Fortaleza de Santa Catarina, show esse realizado em 10 de Abril de 2010, que contou com a participação especial do Grupo de Choro Luar do Sertão e o Regional Os Prateados formados por: Duquinha (Violão), José Rocha (Contrabaixo), Luiz Ferreira (Cavaquinho), Wilson Florentino (Bandolim), Carlos Costa (Violão), José Moreira (Atabaque), Zito Brito (Pandeiro), José do Patrocínio, Iranir Oliveira e Roseleide Farias (Intérpretes).
O evento foi aberto com um show do seresteiro Antonio Moreira e seu teclado e o encerramento ficou por conta da Banda Cover, Os Raulzitos, liderada pelo músico e agitador cultural, Tadeu Patrício. Na plateia estava presente um público muito seleto, todos admiradores de um bom choro e do talento do mestre Wilson do Bandolim. Além dos cabedelenses, estavam estimadas pessoas de João Pessoa e de outras cidades do Estado. Registrando também a presença do músico Vital Farias, amigo do mestre Wilson do Bandolim e da família.  
 
Banda Os Raulzitos
 
VItal Farias e Wilson Florentino.
LANÇAMENTO DO DVD DO UM MÚSICO WILSON DO BANDOLIM:

O público cabedelense aguarda com expectativa o lançamento do documentário que vai contar a história de vida de Wilson Florentino Machado, intitulado, “Conversa de Bandolim”, recheado de suas principais composições, como: Café com Leite, Lamentando Baixinho, Jaqueline, Corda Bamba, dentre outros e entrevistas com grandes amigos e parceiros musicais. Aguardem!
Vamos encerrar esta matéria com a exibição de vídeos: 

1. Wilson do Bandolim dando uma entrevista para uma televisão de João Pessoa.
 
 
 
2. Apresentação Cultural de Wilson do Bandolim e o Grupo de Choro
Luar do Sertão no Teatro Santa Catarina em Cabedelo.
 
 
 
Fonte da Pesquisa: Wellington Costa (Filho e Produtor),
Dona Rita Machado (Esposa) e Carlos Costa (Filho e Músico).
 
Organização da matéria: Tadeu Patrício.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

ESCOLA JOSÉ GUEDES REALIZA PROJETO DE INTERDISCIPLINARIDADE. Saiba como:

 
 
A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José Guedes Cavalcanti, através do professor Tadeu Patrício (Arte) e da professora Verônica França (Português - Literatura), promoveram uma ação cultural da interdisciplinaridade, ou seja, integrando os conceitos e os objetivos das referidas disciplinas para promover avanços na produção de novos conhecimentos e estimular a participação e o melhor desempenho do alunado na escola.
 
 
 
 
Considerando que, os alunos selecionados para a aula de campo realizado na quarta-feira, dia 10/10/2012, foram aqueles que tiveram um bom desempenho nas atividades de Arte e Português durante o terceiro bimestre, onde os educadores observaram os critérios de frequência, participação nas aulas, bem como as notas dos exércicios aplicados.
 
 
 
 
E para estimular esta experiência que está sendo avaliada pelos educadores, a escola organizou uma visita ao Museu da Terra e do Homem da Paraíba; o Arquivo do Médico e Historiador Paraibano Dr. Humberto Nóbrega e a Exposição intitulada - Centenário do "Eu" do Poeta Paraibano Augusto dos Anjos, todos no Espaço Cultural do Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ. Por fim, agradecemos a atenção das duas funcionários do UNIPÊ pelas explicações nas exposições que visitamos, bem como, a jovem bibliotecária que nos deu uma aula expositiva sobre o pleno funcionamento correto de uma biblioteca privada ou pública.
 
 
 
 
Depois os 35 alunos do Ensino Médio foram conhecer as exposições da Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Arte, onde tiveram a oportunidade de conhecer e interagir com a Exposição Arte  Cibernética do Itaú Cultural que ficará em atividade até o próximo dia 25 de Novembro do corrente ano.
 
 
 
 
Em seguida, o grupo de alunos foram conhecer a Exposição intitulada "Universo Gonzagueano", que é uma exposição coletiva que reúne artistas reinventando o Rei do Baião e mostrando sua influência na vida brasileira.
 
 
 
 
 
 
De acordo com o curador da exposição, o artista plástico paraense Bené Fonteles, não é fácil catalogar a influência de Luiz Gonzaga na cultura brasileira, pois é um campo de muita informação, muito rico com diversas fontes de informações, tornando-se assim, uma tarefa muito difícil. Nesse trabalho contamos com mais de 30 artistas nordestinos que estão expondo desde os tradicionais da cultura popular até os contemporâneos. Pode-se observar que, todos os trabalhos são extensões da obra de Luiz Gonzaga, e os artistas procuram reinventar Luiz Gonzaga como ele reinventou o Nordeste.
 


 
 
A exposição do Universo Gonzagueano já passou por cidades como, Recife, Salvador e Fortaleza. Depois a exposição seguirá para Brasília e outros estados das regiões, sudeste e sul do Brasil. Desde 04 de Setembro que está em exposição em João Pessoa, na Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Arte.

Por fim, agradecemos o apoio a nossa Diretora Geral, Magali Venâncio de Carvalho Teixeira e da Diretora Adjunta Mauricéa Ferreira Babrosa. Deixo aqui a sugestão para que outros educadores possam organizar uma visita as referidas exposições.
 
 
Mais informações sobre o Centenário do Livro "EU" do Poeta Augusto dos Anjos no link:
 
Mais informações sobre o Centenário do Escritor e Médico Humberto Nóbrega no link:
 
 
Mais informações sobre a Exposição Universo Gozagueano no link:
 
 
Editor: Tadeu Patrício, Educador.